quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O mundo nos jornais fala...GOLPE



VENDO A MANIFESTAÇÃO NO RIO PRÓ DILMA E A DE SÃO PAULO....
DETALHE A DE SAO PAULO, OS COXINHAS SÃO 2 DUZIAS...E A MILITÂNCIA UM IMENSO MAR VERMELHO
NAO SE ESQUEÇA BRASIL,QUE A MILITÂNCIA É INCANSÁVEL...
MARAVILHOSO VER QUE O ÚNICO PAÍS ATÉ AGORA A APOIAR O "PRESIDENTO" FOI A ARGENTINA,OS DEMAIS REPUDIARAM....
OS JORNAIS INTERNACIONAIS?TODOS ASSINALAM DUAS COISAS...É GOLPE E SENADO CORRUPTO
PORTANTO....AGUARDEMOS .....
NÃO SERÁ FÁCIL NÃO GOLPISTAS,MESMO O "PRESIDENTO" FALANDO QUE NÃO ACEITARÁ O USO DA PALAVRA GOLPE...O POVO DIRÁ ,O MUNDO DIRÁ..GOLPE!GOLPE!GOLPE!

Que orgulho



Aqui reproduzo o texto de meu ex aluno Rafael Agostini

"Somos Travestis, Viados, Mulheres, Pretos, Aidéticos, Aleijados, Suburbanos, Abortistas, Favelados, Maconheiros, Nordestinos, Macumbeiros e Índios. Conhecemos a sanha violenta das elites desde o útero, mas resistir sempre foi nossa única forma de estar no mundo.
Teve golpe, teve resistência
Só não terá sossego pros usurpadores."
#DemocraciaSempre

Luto pelo Brasil


Entendeu Janaína GADERNAL 45.000???????


Tão atual....


Trecho do poema No Caminho com Maiakóvski,do brasileiro Eduardo Alves da Costa




Ivan Valente

O jurista alemão Friederich Müller escreveu um artigo em que condena o golpe no Brasil. Sai em defesa da Constituição de 1988, a qual considera grandiosa e digna de que se lute por ela.
No plano internacional, há um grande consenso em relação à falta de legitimidade desse impeachment, a despeito das qualidades (baixas, diga-se de passagem) do governo Dilma.
Os golpistas não terão vida fácil. Por mais que setores da mídia se esforcem, o golpe é indefensável juridicamente e socialmente um completo absurdo, visto que Temer prepara um verdadeiro desmonte do Estado brasileiro sem ter sido referendado pelo voto popular.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Repúdio




Um grupo de artistas e intelectuais divulgou carta em que defende a presidente afastada Dilma Rousseff e pede aos senadores que respeitem o resultado da eleição de 2014, votando contra a cassação da petista. Os autores do manifesto alegam que Dilma não cometeu crime e seu afastamento é uma “manobra política para tomada de poder sem a aprovação das urnas”. “Os senadores que defendem o impeachment ficarão marcados na história por protagonizar o ataque mais cruel à nossa democracia desde o golpe militar de 1964. A história cobrará explicações, já que não existe base legal para justificar o impeachment”, diz o texto.
A carta também faz referência a um manifesto lançado por artistas estrangeiros, na semana passada, contra o afastamento da presidente brasileira. A atriz Susan Sarandon, o ator Danny Glover e o cineasta Oliver Stone estão entre os signatários. Já o texto divulgado nesse domingo tem apoio de artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Marieta Severo, Paulo Betti e Camila Pitanga, o cineasta Luis Carlos Barreto e professores como Jurandir Freire Costa e Marco Luchesi, entre outros.
Leia a íntegra:
“Artistas e Intelectuais brasileiros pedem que senadores respeitem o resultado das eleições de 2014
O Brasil vive um dos momentos mais dramáticos de sua história, com a proximidade da votação final sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
O mundo assiste com preocupação a essa ameaça à democracia, como no caso de nossos colegas do Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Índia, que publicaram uma declaração alertando que o impeachment representaria “um ataque as instituições democráticas”, que levaria ao retrocesso econômico e social.
Os senadores que defendem o impeachment ficarão marcados na história por protagonizar o ataque mais cruel à nossa democracia desde o golpe militar de 1964. A história cobrará explicações, já que não existe base legal para justificar o impeachment.
De acordo com o Ministério Público Federal, a presidenta Dilma Rousseff não cometeu crime. Por isso, seu afastamento é claramente uma manobra política para tomada de poder sem a aprovação das urnas.
Esse ataque aos processos democráticos representa uma ameaça aos direitos humanos e levará o Brasil a uma situação de maior instabilidade política e desigualdade social e econômica.
O ator Wagner Moura afirmou: “Estamos profundamente agradecidos por essas importantes palavras de apoio de nossos colegas na Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canada e Índia. Os políticos corruptos que lideram a articulação para depor Dilma têm de saber que há um holofote internacional iluminando suas ações. Se eles derem continuidade ao seu plano, serão lembrados pela história como os responsáveis pelo mais sinistro ataque à democracia desde o Golpe de 1964″.
A manifestação de Wagner Moura contra o impedimento de Dilma recebeu adesões de:
1. Adair Rocha, professor
2. Aderbal Freire Filho, diretor teatral
3, Alice Ruiz, poeta
4. André Lázaro, professor
5. Augusto Sampaio, professor
6. Bete Mendes, atriz
7. Biel Rocha, militante de direitos humanos
8. Caetano Veloso, compositor e cantor
9. Camila Pitanga, atriz
10. Carla Marins, atriz
11. Cecília Boal, psicanalista
12. Cesar Kuzma, teólogo e professor
13. Célia Costa, historiadora e documentarista
14. Charles Fricks, ator
15. Chico Buarque, compositor e cantor
16. Clarisse Sette Troisgros, produtora
17. Cristina Pereira, atriz
18. Dira Paes, atriz
19. Dulce Pandolfi, cientista política
20. Eleny Guimarães-Teixeira, médica
21. Generosa de Oliveira Silva, socióloga
22. Gilberto Miranda, ator
23. Gaudêncio Frigotto – escritor e professor
24. Isaac Bernat, ator
25. José Sérgio Leite Lopes, antropólogo
26 Julia Barreto, produtora Julia Barreto
27. Jurandir Freire Costa, psicanalista e professor
28. Leonardo Vieira, ator
29. Leticia Sabatella, cantora e compositora
30. Luis Carlos Barreto, cineasta e produtor
31. Luiz Fernando Lobo, diretor artístico
32. Marco Luchesi, poeta e professor
33. Maria Luisa Mendonça, professora e jornalista
34. Marieta Severo, atriz
35. Paulo Betti, ator
36. Ricardo Rezende Figueira, padre e professor
37. Roberto Amaral, escritor
38. Sílvia Buarque, atriz
39. Tuca Moraes, atriz e produtora
40. Virginia Dirami Berriel, jornalista
41. Xico Teixeira, jornalista”